quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Chapeuzinho Vermelho para o Maternal
Escrevemos a história da Chapeuzinho passo a passo!! (Maternal)
A educação infantil, nos dias atuais, precisa ser um espaço onde a criança tenha contato com a leitura e a escrita. Onde possa pensar sobre o que representa e de que modo se comunica através da escrita. Onde a leitura e a escrita possam ser utilizadas com sentido.
A Educação Infantil é uma etapa fundamental do desenvolvimento escolar das crianças. Ao democratizar o acesso à cultura escrita, ela contribui para minimizar diferenças socioculturais. Para que os alunos aprendam a ler e a escrever, é preciso que participem de atos de leitura e escrita desde o início da escolarização. Se a Educação Infantil cumprir seu papel, envolvendo os pequenos em atividades que os façam pensar e compreender a escrita, no final dessa etapa eles estarão naturalmente alfabetizados (ou aptos a dar passos mais ousados em seus papéis de leitores e escritores)".
Ouvir histórias é um acontecimento tão prazeroso que desperta o interesse das pessoas em todas as idades. Se os adultos adoram ouvir uma boa história, um “bom causo”, a criança é capaz de se interessar e gostar ainda mais por elas, já que sua capacidade de imaginar é mais intensa.
Desenvolver o interesse e o hábito pela leitura é um processo constante, que começa muito cedo, em casa, aperfeiçoa-se na escola e continua pela vida inteira. Existem diversos fatores que influenciam o interesse pela leitura. O primeiro e talvez mais importante é determinado pela “atmosfera literária” que, segundo Bamberguerd (2000, p.71) a criança encontra em casa. A criança que houve histórias desde cedo, que tem contato direto com livros e que seja estimulada, terá um desenvolvimento favorável ao seu vocabulário, bem como a prontidão para a leitura.
Decoração para sala de aula Tema: Meninos e Meninas Cupcake
Meninos e Meninas - Cupcake
Encomenda da Janete Gravonski -
Menina Cupcake Morango

Menina Cupcake Napolitano
Menina Cupcake Maracujá
Menino Cupcake Morango
Menina Cupcake Menta
Sol e nuvens - feito com e.v.a.
Usei para a maquiagem Giz Pastel
Os meninos e meninas acima foram baseados nos modelos do site:
www.evacolorido.com.br
História Branca de Neve e os sete anões
As histórias educam e estimulam o desenvolvimento da atenção e da imaginação. Aqui, desenhamos os Sete Anões
É na contação de histórias que o lúdico está presente, e é um poderoso recurso de estimulo ao desenvolvimento psicológico e moral, e enriquecimento do vocabulário, desenvolve a linguagem e o pensamento, amplia o mundo das idéias.
Precisa resgatá-la como um momento prazeroso, pois esse trabalho vem com a intenção de estimular o desenho, a música, o sair, o ficar, o pensar, o teatrar, o imaginar, o brincar, o ver o livro, o escrever, o querer ouvir de novo a mesma história ou outra. (ABRAMOVICH)
Branca de Neve e os sete anões - teatro no Maternal!
Olha que lindo meus "aluninhos" fazendo teatro da história da Branca de Neve!!!
A professora "maluca da carroça" foi a bruxa malvada!!!
Alguns meninos foram os anões
(improvisamos com a toquinhas do Papai Noel!!!)
Branca de Neve saiu correndo pela floresta e encontrou uma casinha onde viviam os sete anões...
A Vitória foi a Branca de Neve - detalhe.... o vestido da Branca de Neve eu mesma fiz usando TNT!!!!!!
Branca de Neve comeu a maçã envenenada e caiu num sono profundo e morreu....
Mas depois de algum tempo passou por ali um Príncipe encantado e com o beijo do amor Branca de Neve acordou....
E viveram felizes para sempre!!!!
“É através duma história que se podem descobrir outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser, outra ética, outra ótica...É ficar sabendo História, Geografia, Filosofia, Política, Sociologia, sem precisar saber o nome disso tudo e muito menos achar que tem cara de aula...”
ABRAMOVICH
Branca de Neve - O espelho da bruxa
Branca de Neve e os Sete anões para o Maternal
Fizemos o espelho Mágico que da bruxa!
A hora do Conto cria uma cumplicidade entre o educador e a criança, além de aumentar os laços afetivos e a confiança entre ambos.Fizemos o espelho Mágico que da bruxa!
O trabalho com historinhas torna a aula mais atrativa, dinâmica e próxima da realidade dos alunos e trabalhando com o lúdico, estimula-se a imaginação e a criatividade dos alunos, além de tornar a aprendizagem mais prazerosa e significativa.
História: Branca de Neve - A maçã de Branca de Neve
A maçã que a bruxa deu Branca de Neve foi uma das atividades realizadas durante o
Projeto: Quem conta, reconta... Faz de conta!!!
As histórias possuem cheiros, cores e sabores por isso são uma fábrica de experiências e imaginação, sendo assim preparei aulas bem divertidas e prazerosas para que nossos alunos aprendam brincando, fantasiando e se divertindo.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Atividades com o Nome na Educação Infantil
Muitas sugestões para brincar e aprender a partir do nome da criança
O nome próprio é um modelo estável de escrita. O trabalho com nomes informa as crianças sobre as letras, a quantidade, a posição e a ordem delas; permite o contato com diferentes sílabas e diferentes tamanhos de palavras, além de favorecer a aquisição da base alfabética.
1. Escreva seu nome: Distribuir cartões ou providenciar crachás, pedindo que cada um escreva seu nome, como souber.
2. Memória de nomes: Cada aluno fala o seu nome e a professora escreve na lousa com letra bastão. Depois cada um vai à lousa e faz um traço com giz de cor em torno de seu nome.
3. Encontre seu nome: Distribua os cartões com os nomes ao acaso para os alunos. A um sinal cada um deverá encontrar o colega que está com seu nome.
Descubra o nome que falta: Escreva o nome de quatro alunos na lousa. Leia com eles apontando um a um. Peça que fechem os olhos e apague um dos nomes. Deverão dizer qual nome foi apagado.
5. Letras móveis: Distribua letras móveis e peça que montem e leiam seu nome e o de alguns colegas.
6. Cartaz com nomes dos alunos: Escreva o primeiro nome de cada aluno no cartaz aleatoriamente, registrando-os sem agrupá-los por ordem alfabética e nem por nomes de meninos e meninas. Cuidado com nomes compostos, como Ana Lúcia, deve-se colocar as duas palavras. O trabalho com o cartaz com nomes requer muitos dias, às vezes meses, pois é muito riquíssimo para desenvolver a leitura e a escrita das crianças.
7. A história de meu nome: Os alunos levarão para casa uma pesquisa, numa folha, para os pais contarem e escreverem o por quê da escolha do nome do filho. Na classe os alunos vão relatar para as outras crianças a história de seu nome.
8. Jogos: Como bingo, dominó, caça-nomes, cruzadinha, quebra-cabeça, forca e lacunado com os nomes dos alunos
Fonte: http://diariodaprofaglauce.blogspot.com/
Plano de Aula Identidade: A construção do nome na Educação Infantil
Plano de Aula - Identidade
Tema: A construção do nome na Educação Infantil
JUSTIFICATIVA:
A construção da identidade se dá por meio das interações da criança com o seu meio social. A escola é um universo social diferente da família, favorecendo novas interações, ampliando desta maneira seus conhecimentos a respeito de si e dos outros. A auto-imagem também é construir a partir das relações estabelecidas nos grupos em que a criança convive. Um ambiente farto em interações, que acolha as particularidades de cada indivíduo, promova o reconhecimento das diversidades, aceitando-as e respeitando-as, ao mesmo tempo em que contribui a construção da unidade coletiva, favorece a estruturação da identidade, bem como de uma imagem positiva.
Segundo o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil, a identidade “é um conceito do qual faz parte a idéia de distinção, de uma marca de diferença entre as pessoas a começar pelo nome. Segundo todas as características físicas, de modo de agir, de pensar e da história pessoal.
Propiciar atividades que possibilitem aos alunos o conhecimento de si mesmo, levando-os a descobri-los, sentir que possuem um nome, uma identidade e que fazem parte de um conjunto de pessoas em casa, na escola, na comunidade e que acima de tudo são muito importante.
Segundo Emília Ferreira o nome próprio pode ser considerado apenas como uma palavra a mais, mas também singular muito diferente das outras palavras em muitos aspectos.
Por outro lado, a carga emocional vinculada com esta escrita, não pode ser comparada com a carga emocional de outras palavras mais neutras.
O nome próprio escrito ou a assinatura é parte da pessoa, de sua identidade. Através da escrita do mesmo, o aluno descobre algumas das funções da escrita em geral, como a de identificar objetos, lugares, etc.
PROBLEMATIZAÇÃO:
Por que trabalhar com o nome da criança? Ele é apenas uma palavra? Que relação tem a criança com seu nome?
ALUNOS ATENDIDOS: Crianças de dois anos do Jardim II “A” do Centro de Educação Infantil Primeiros Passos.
PERÍODO: Matutino
DURAÇÃO: 15 dias no decorrer do mês de outubro de 2011.
OBJETIVO GERAL:
Dar condições aos alunos para aprender o seu nome próprio, através de uma prática que visa contribuir para o desenvolvimento integral da criança no processo de ensino-aprendizagem, favorecendo os aspectos físicos mental, afetivo-emocional e sócio- cultural, buscando estar sempre condizendo com a realidade dos educandos.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
§ Conhecer a história de seu nome e seu significado;
§ Compreender a história de seus colegas a partir de sua;
§ Conhecer e respeitar os diferentes costumes das famílias, grupos e povos;
§ Desenvolver habilidades sociais;
§ Identificar fontes históricas sobre sua vida;
§ Integrar dados pessoais relacionados a sua pessoa;
§ Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;
§ Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão;
§ Desenvolver e explorar a produção da arte através do desenho, música e brincadeiras;
§ Interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas diversas obras artísticas (regionais, nacionais ou internacionais) com as quais entrem em contato, ampliando seu conhecimento do mundo e da cultura;
§ Desenvolver á auto-estima;
§ Desenvolver o auto conceito positivo através da afetividade;
§ Explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento do mundo.
§ Incentivar a criança a se relacionar com outras pessoas, sentindo-se segura e construindo sua identidade e autonomia.
§ Apreciar o próprio nome e dos colegas;
§ Chamar os colegas pelo nome;
§ Construir uma relação afetiva com a escrita a partir do nome;
§ Distinguir o próprio nome entre os nomes dos colegas;
§ Desenvolver atividades lúdicas envolvendo os nomes dos colegas, através de músicas e jogos;
§ Identificar as vogais no contexto;
§ Identificar as letras que compõe o primeiro nome;
§ Nomear as letras do nome;
§ Identificar nomes iguais,
§ Escrever o nome utilizando crachá;
§ Compreender que as letras formam outras palavras além do próprio nome;
§ Realizar atividades lúdicas que explorem o traçado das letras;
§ Compreender a importância da leitura e da escrita.
Disciplinas Envolvidas
§ Linguagem Oral e Escrita
§ Matemática
§ Artes Visuais
§ Música e movimento.
DESENVOLVIMENTO:
Linguagem oral e linguagem escrita
. Mostrar o crachá, ler o nome e entregá-lo à criança.
. Apresentar de forma lúdica, as fichas com os nomes das crianças.
. Fixar um cartaz na sala com nomes das crianças.
Natureza e sociedade
. Questionário sobre a história do nome da criança.
. Pesquisar o significado do nome.
. Colocar as crianças diante de um espelho e estimular a observação de suas características. Incentivá-las a perceber e a identificar as semelhanças e as diferenças de cada um.
. Explorar as preferências das crianças relacionadas aos alimentos, brinquedos, animais e brincadeiras.
Matemática
. Contagem dos alunos.
. Apresentar os numerais de 1à 5. Associando-os às quantidades.
Música e movimento
. Brincar de “Macaco disse”, para identificar as partes do corpo.
. Brincar de “Vamos passear no bosque?”, trocar a palavra Lobo pelo nome da criança.
. Cantar músicas para trabalhar os números (quantidade e idade).
Artes
. Fazer o contorno do corpo da criança no papel Kraft, para que o grupo complete o desenho com as partes do corpo e o professor escreve os nomes dos alunos.
. Fazer um autorretrato.
. Fazer contorno da mão das crianças.
. Pintar as mãos e os pés das crianças para “carimbá-los” na folha e escrever o nome de cada um.
. Modelar: modelagem com massinha e utilizando tesoura.
METODOLOGIA:
1ª Oficina: “retratando a imagem”
.Roda de conversa: momento de apresentar o projeto para os alunos;
. Momento de deixar os alunos argumentar sobre o mesmo;
. Contagem dos alunos;
. Atividade: levar os alunos no estúdio fotográfico para tirar foto, a mesma é para confeccionar um boneco com o nome das crianças.
. Modelagem: modelar o nome de cada um com massinha.
2ª Oficina: “Qual é seu nome”?
Roda de conversa para apresentar o projeto.
Conversar sobre a importância do nome.
Escrever o nome das mesmas no papel pardo.
Ler e circular a inicial do nome de cada um.
Atividade “Caixa de nomes”:
Preparar as fichas com o nome da professora, da monitora e das crianças da turma com foto.
Os nomes devem ser escritos em fichas brancas, coladas em papel colorido e padronizadas (tamanho, cor de caneta, foto e tipo de letra). Devem ter alinhamento à esquerda para que possibilite o trabalho com as noções de tamanho (nome) e quantidade (letras).
Colocar as fichas dentro de uma caixa surpresa.
Como trabalhar:
Crianças assentadas em roda;
Retire de dentro da caixa surpresa uma ficha com o nome de uma das crianças;
Leia-o e peça às crianças que repitam;
Coloque a ficha no centro da roda, para que possa ser visualizado por todos. Depois cante a música “A canoa virou” com o nome sorteado;
A criança cuja ficha ( crachá) está no meio da roda deve pegá-la e afixá-la no cartaz de prega.
Repetir a música para cada nome.
Chamada diária:
Colocar todos os crachás com os nomes das crianças sobre a mesa do professor ou na rodinha.
Em seguida, faça a chamada do nome de cada criança.
O dono do nome deve pegar a ficha e mostrá-la aos colegas.
Todos devem falar alto o nome do colega e, depois, a criança entrega a mesma para o professor, que a colocará no cartaz de prega.
Atividade contorno da mão: montar um mural com as mãos das crianças e o nome de cada um.
3ª Oficina: “Somos todos crianças”.
Conversa de conversa: conversar sobre o tema e deixar os alunos argumentar sobre o mesmo.
Apresentação das vogais utilizando a música “Vogais” (anexo 2):
Escrever o nome de cada criança na lousa;
Circular as vogais que têm no nome de cada um;
Momento de questionar sobre o mesmo;
Mostrar fotos de crianças negras, brancas, japonesas, louras e etc.;
Argumentar sobre a mistura de raças e cultura de cada um:
Você se parece com alguma das crianças da cena?
E seus colegas de turma?
- Quais são as semelhanças? E as diferenças?
. História “O menino e o espelho”:
1º contar a história;
2º questionar sobre a mesma e deixar os alunos argumentar suas opiniões e desejos;
3º Momento de levar os alunos para se olhar no espelho:
- nessa atividade é importante destacar que cada criança é única apesar de apresentar semelhanças com outras pessoas.
4º Atividade “Mural da Identidade”:
Material
.Papel craft (pardo)
. Cola
. Tesoura
- Papéis coloridos
- Canetinha ou lápis de cor.
Como fazer:
. No papel pardo, recorte um bonequinho. Para ficar mais fácil, dobre o papel pardo como uma sanfona, risque o molde do bonequinho nele e recorte.
.De papéis coloridos às crianças e peça-lhes para cortarem roupinhas para vestirem o bonequinho. O boneco deve ficar “parecido” com a criança.
. Depois de cortar as roupinhas, passe cola no boneco e peça às crianças para colarem e desenharem cabelos, olhos, boca e nariz.
. Momento de montar um mural com todos os bonecos, escrevendo o nome de cada criança abaixo daquele que ela fez.
. Boliche dos nomes dos alunos.
4ª Oficina: “Cada pessoa tem um nome”.
_ Roda de conversa:
1º conversar sobre a oficina e a construção de uma boneca de pano;
_ Hora da história:
_ Momento de questionar sobre a mesma;
_ Hora de deixar os alunos argumentar;
_ Construção da boneca de pano:
Com as crianças sentadas em círculo, a professora vai contar uma história de recém nascido (inventada por ela mesma), que fala sobre os cuidados necessários de um bebê e todas as fases até a idade da turma. Em seguida vamos construir juntos, uma boneca para representar a todos e escolher um nome para ela. Após pronta a boneca cada criança levará para casa, uma de cada vez, juntamente com o questionário da pesquisa. Os pais devem ajudar as crianças nos cuidados com a boneca contando para elas a sua história e assim respondendo o questionário para a professora confeccionar um mural com os mesmos e as fotos que os pais vão tirar.
_ Atividade escrita: Pintura de uma boneca utilizando lápis de pintar.
_ Brincadeiras de roda que fala os nomes das crianças exemplo: o tatu, festa em Portugal, etc.
5ª OFICINA: O mundo encantado dos nomes.
. Roda de conversa sobre a oficina e o nome de cada um.
. Momento de deixar os alunos argumentar;
. Chamada diária: colocar todos os crachás com os nomes das crianças sobre a mesa ou na rodinha.
. Em seguida, fazer a chamada do nome de cada criança.
. O dono do nome deve pegar a ficha e mostrá-la aos colegas e colocar no cartaz de prega com ajuda do professor.
. Atividade árvore do conhecimento:
1º a professora vai confeccionar uma árvore e colocar fichas com os nomes dos alunos. Depois a mesma vai entregar uma ficha com a inicial do nome das crianças e elas vão até a árvore do conhecimento procurar a mesma letra que tem na mão, ou seja, a primeira letra do seu nome.
.Mural das mãos dos alunos.
6ª OFICINA: Brincando também aprende o nome
. Roda de conversa;
. Chamada diária;
. Lista dos nomes dos alunos e listas de palavras:
1º explorar com a classe a letra inicial do nome de cada um (na lousa da sala de aula).
2º listar outras palavras que também iniciam com as letras dos nomes das crianças.
. Atividade: pedir para cada criança recortar de revistas a letra inicial do seu nome e colar em um sulfite.
. Bingo dos nomes das crianças: cada criança receberá uma cartela com a escrita do seu nome.
O professor sorteará as letras dizendo o nome de cada uma delas para que as crianças identifiquem-nas. Cada letra sorteada deverá ser marcada na cartela caso haja no seu nome. Assim que a cartela for preenchida o aluno deve gritar bingo.
7ª OFICINA: alfabeto significativo e encantado
. Oração;
. Roda de conversa;
. Chamada diária;
. Paródia da música “O alfabeto da garotada”: (anexo 3):
1º passar a música no papel pardo;
2º cantar e argumentar sobre a mesma;
3º momento de deixar os alunos argumentar;
4º momento de montar o alfabeto com as fotos dos alunos.
5º brincadeiras de roda que envolva os nomes das crianças – ex: a canoa virou, a casa do tatu, etc.
6° Modelagem: modelar a inicial do nome com massinha.
Culminância
Convite aos pais, autoridades e demais séries para apreciar o desfile.
Desfile das crianças com a camiseta com sua foto e nome para representar o presente. E, com a roupa dos pais para representar o futuro.
Entrega da boneca confeccionada representando as crianças do Jardim II A.
Avaliação
No decorrer do projeto as crianças terão a oportunidade de participar de situações de pesquisas do tema trabalhado compartilhando todo o material produzido na sala de aula.
As avaliações serão realizadas ao longo de todo o processo.
Referências Bibliográficas
Cantando e Aprendendo. Kelly Claúdia Gonçalves. São Paulo: Rideel, 2008. (Coleção Cantando e Aprendendo).
Crescer Sabendo Ser: Maternal. Vânia Moraes Ramos, Maria José H. Ferreira. Belo Horizonte: FAPI, 2002.
Fofurinha: 3 e 4 anos: volume 1. Solange Valadares, Érika Valadares, 1.ed. Belo Horizonte: Editora FAPI, 2010.
Atividades com o Nome Próprio para Educação Infantil
Nome Próprio
As atividades permitem aos
alunos as seguintes aprendizagens:
- Diferenciar letras e desenhos;
- Diferenciar letras e números;
- Diferenciar letras, umas das outras;
- A quantidade de letras usadas para escrever cada nome;
- Função da escrita dos nomes: para marcar trabalhos, identificar materiais, registrar a presença na sala de aula (função de memória da escrita) etc;
- Orientação da escrita: da esquerda para a direita;
- Que se escreve para resolver alguns problemas práticos;
- O nome das letras;
- Um amplo repertório de letras (a diversidade e a quantidade de nomes numa mesma sala);
- Habilidades grafo-motoras;
- Uma fonte de consulta para escrever outras palavras.
O nome próprio tem uma característica: é fixo, sempre igual. Uma vez aprendido, mesmo o aluno com hipóteses não alfabéticas sobre a escrita não escreve seu próprio nome segundo suas suposições, mas, sim, respeitando as restrições do modelo apresentado.
Uma proposta significativa de alfabetização, aquela que visa formar leitores e escritores, e não mero decifradores do sistema, não pode pensar em atividades para nível 1, nível 2, nível 3...
- É preciso considerar:
- Os conhecimentos prévios dos alunos.
- O grau de habilidade no uso do sistema alfabético.
- As características concretas do grupo.
- As diferenças individuais.
- Seqüência de atividades
1. Selecione situações em que se faz necessário escrever e ler nomes. Alguns exemplos:
Escrever o nome de colegas para identificar papéis, cadernos, desenhos (pedir que os alunos distribuam tentando ler os nomes).
Lista de chamada da classe.
Ler cartões com nomes para saber em que lugar cada um deve sentar; para saber, quem são os ajudantes do dia, etc.
2. Peça a leitura e interpretação de nomes escritos.
3. Prepare oralmente a escrita: discuta com as crianças, se necessário, qual o nome a ser escrito dependendo da situação. Se for para identificar material do aluno, use etiquetas; para lista de chamada use papel sulfite ou papel craft.
4. Seja bem claro nas recomendações: explicite o que deverá ser escrito, onde fazê-lo e como, que tipo de letra usar, etc 5. Peça a escrita dos nomes: com e sem modelo.
Ao final das atividades, o aluno deve:
- Reconhecer as situações onde faz sentido utilizar nomes próprios: para etiquetar materiais, identificar pertences, registrar a presença em sala de aula (chamada), organizar listas de trabalho e brincadeiras, etc.
- Identificar a escrita do próprio nome. · Escrever com e sem modelo o próprio nome.
- Ampliar o repertório de conhecimento de letras.
- Interpretar as escritas dos nomes dos colegas da turma.
- Utilizar o conhecimento sobre o próprio nome e o alheio para resolver outros problemas de escrita, tais como: quantas letras usar, quais letras, ordem da letras etc e interpretação de escritas.
Cada tipo de atividade exige uma determinada organização:
- Atividades de identificação das situações de uso dos nomes: trabalho com a sala toda.
- Identificação do próprio nome: individual.
- Identificação de outros nomes: sala toda ou pequenos grupos.
- Identificação de situações onde se faz necessário escrever e ler nomes
Aproveite todas as situações para problematizar a necessidade de escrever nomes.
- Situação 1- Recolhendo material: Questione os alunos como se pode fazer para que se saiba a quem pertence cada material. Ouça as sugestões. Distribua etiquetas para os alunos e peça que cada um escreva seu nome na sua presença. Chame atenção para as letras usadas, a direção da escrita, a quantidade de letras, etc.
- Situação 2 - Construindo um crachá: Questione os alunos como os professores podem fazer para saber o nome de todos os alunos nos primeiros dias de aula. Ajude-os a concluir sobre a função do uso de crachás. Distribua cartões com a escrita do nome de cada um que deverá ser copiado nos crachás. Priorize neste momento a escrita com a letra de imprensa maiúscula (mais fácil de reprodução pelo aluno). Solicite o uso do crachá diariamente.
- Situação 3 - Fazendo a chamada: Lance para a classe o problema: como podemos fazer para não esquecer quem falta na aula?
- Observações: todas essas situações e outras têm como objetivo que os alunos recorram à escrita dos nomes como solução para problemas práticos do cotidiano.
Identificação do próprio nome
- Dê para cada aluno um cartão com o nome do aluno.
- Apresente uma lista com todos os nomes da classe. Escreva todos os nomes com letra de imprensa maiúscula. Este tipo de letra é mais fácil para o aluno grafar e os limites de uma letra (quando a criança deve contar o número de letras) é mais observável.
- Peça que localizem na lista da sala o próprio nome. O cartaz com essa lista pode ser grande e ser fixado em local visível.
- Peça para cada um montar o próprio nome, usando letras móveis (que podem ser adquiridas ou confeccionadas). Inicialmente realize esta atividade a partir de um modelo (crachá com o nome) e depois sem modelo, usando o modelo para conferir a escrita produzida. Identificação de outros nomes da classe
- Apresente uma lista com os nomes das crianças da classe.
Cada aluno poderá receber uma lista impressa ou colocar na classe uma lista grande confeccionada em papel craft. Você poderá, também, usar as duas listas: as individuais e a coletiva.
Atividade 1- Ditado
Dite um nome da lista. Cada aluno deverá encontrá-lo na lista que tem em mãos e circulá-lo. Em seguida, peça a um aluno que escreva aquele nome na lousa. Peça aos alunos que confiram se circularam o nome certo.
O nome próprio na Educação Infantil
Nome Próprio
Trabalhando com nomes próprios
(Foto: risoletaeducacaoinfantil.blogspot.com)
É fundamental, para a construção da escrita do nome que a criança saiba que desenhar é diferente de escrever a partir desta diferenciação que a criança começa a se dar conta de que precisa algo mais do que um desenho para poder escrever o seu nome, e então começam a aparecer em seus trabalhos as tentativas da escrita, a qual pode estar representada por “risquinhos”, “bolinhas”, “cobrinhas”...
A primeira letra do nome próprio é sempre a mais reconhecida e escrita pelas crianças antes das demais. Muitas chegam a estabelecer uma relação de identidade que, em geral, as faz chamá-la de minha letra. É sempre aquela que reconhecem mais depressa em diferentes textos, cartazes, otdoors e outros.
A visualização é um mecanismo que faz parte da construção da escrita. Por este motivo é importante que os nomes estejam fixados nas grades, nos materiais, nas lancheiras, nos crachás. Ao identificar seu nome e observá-lo escrito em diferentes locais e materiais, a criança, consequentemente, o memoriza. A partir de então inicia-se seu relacionamento com a escrita como representação de sua identidade, auxiliando-a a ver-se como um indivíduo que possui identificação. Por isso seu nome é tão importante. É um marco identificatório.
O modelo da escrita do nome em diferentes materiais informa à criança sobre quais são as letras e qual a quantidade necessária de letras para escrevê-lo, além de informar a posição e a ordem em que aparecem no seu nome.
É importante, nesse trabalho, a busca de semelhanças e diferenças, as posições das letras, os diferentes modos de escrita.
É interessante desafiar a criança nesta questão. Por exemplo: “Pus a primeira letra do nome de Camila. Onde ponho a segunda? Aqui ou aqui”? ( indicando à direita ou à esquerda da letra C ). Este tipo de desafio auxilia a criança na direcionalidade da escrita, deixando um pouco de lado as letras espelhadas tão comuns nas séries iniciais.
O sujeito é um construtor dos seus conhecimentos e nesse processo passa por etapas importantes que vão da visualização até o reconhecimento da escrita em diferentes lugares e formas.
O objetivo maior do trabalho com a escrita do nome é fazer com que a criança se reconheça como um sujeito importante que possui um nome que é só seu, além de propiciar a aprendizagem da escrita.
Fonte: Projetos pedagógicos dinâmicos
Alfabeto com rótulos para Educação Infantil
Alfabetização e Letramento
(Foto da Escola Vila Costa Monteiro - RJ)
A Sugestão é construir um Alfabeto baseado em rótulos que as crianças trazem de casa
Letramento é uma tradução para o português da palavra inglesa “literacy” que pode ser traduzida como a condição de ser letrado. Um indivíduo alfabetizado não é necessariamente um indivíduo letrado. Alfabetizado é aquele indivíduo que sabe ler e escrever; letrado é aquele que sabe ler e escrever, mas que responde adequadamente às demandas sociais da leitura e da escrita. Alfabetizar letrando, é ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, assim o educando deve ser alfabetizado e letrado. A linguagem é um fenômeno social, estruturada de forma ativa e grupal do ponto de vista cultural e social. A palavra letramento é utilizada no processo de inserção numa cultura letrada.A Alfabetização deve se desenvolver em um contexto de letramento como início da aprendizagem da escrita, como desenvolvimento de habilidades de uso da leitura e da escrita nas práticas sociais que envolvem a língua escrita, e de atitudes de caráter prático em relação a esse aprendizado; entendendo que a alfabetização e letramento, devem ter tratamento metodológico diferente e com isso alcançar o sucesso no ensino aprendizagem da língua escrita, falada e contextualizada nas nossas escolas. Letramento é informar-se através da leitura, é buscar notícias e lazer nos jornais, é interagir selecionando o que desperta interesse, divertindo-se com as histórias em quadrinhos, seguir receita de bolo, a lista de compras de casa, fazer comunicação através do recado, do bilhete, do telegrama. Letramento é ler histórias com o livro nas mãos, é emocionar-se com as histórias lidas, e fazer, dos personagens, os melhores amigos. Letramento é descobrir a si mesmo pela leitura e pela escrita, é entender quem a gente é e descobrir quem podemos ser.
Amelia Hamze
Brincadeira para Semana de Adaptação na Educação Infantil
Brincadeira para Volta às aulas
Orientações para o professor:
Para essa atividade, uma criança deve sair da sala. O restante da turma forma um círculo, e o professor escolhe uma criança que será a condutora dos gestos. Esse aluno cria gestos como palmas, bater de pés ou coxas, estalos de dedos. Os demais devem prestar atenção ao condutor, imitando cada gesto. A criança que saiu deve voltar ao centro do círculo e descobrir quem está conduzindo os gestos.
Produzir os sons utilizando como fonte sonora o corpo: estalar de dedos, beijar, bater de pés e mãos entre outros. As crianças repetem cada motivo, como um espelho. Depois disso, divide a classe em duplas e cada estudante faz um som que o outro deverá imitar. Quando já dominarem os sons e os gestos, acrescentar-se mais um. Acrescentar até quatro gestos e sons, para que desenvolvam sequência rítmica e motora.
Organização para Sala de Aula - Sacolas para Atividades
Todo final de semestre é aquele trabalho organizar as Atividades de seus alunos
para entrega na reunião com os pais!!!
A sugestão da vez é preparar logo no início do ano as sacolas para recebem dia a dia as atividades dos seus alunos, só assim quando o semestre terminar já estará tudo muito organizado!
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