quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Decoração para sala de aula Tema: Meninos e Meninas Cupcake

Meninos e Meninas - Cupcake
Encomenda da Janete Gravonski - 
Menina Cupcake Morango


Menina Cupcake Napolitano


 Menina Cupcake Maracujá 

Menino Cupcake Morango

Menina Cupcake Menta

Sol e nuvens - feito com e.v.a.
Usei para a maquiagem Giz Pastel


Os meninos e meninas acima foram baseados nos modelos do site:
www.evacolorido.com.br

História Branca de Neve e os sete anões

 As histórias educam e estimulam o desenvolvimento da atenção e da imaginação. Aqui, desenhamos os Sete Anões
É na contação de histórias que o lúdico está presente, e é um poderoso recurso de estimulo ao desenvolvimento psicológico e moral, e enriquecimento do vocabulário, desenvolve a linguagem e o pensamento, amplia o mundo das idéias. 



Precisa resgatá-la como um momento prazeroso, pois esse trabalho vem com a intenção de estimular o desenho, a música, o sair, o ficar, o pensar, o teatrar, o imaginar, o brincar, o ver o livro, o escrever, o querer ouvir de novo a mesma história ou outra. (ABRAMOVICH)




Branca de Neve e os sete anões - teatro no Maternal!

Olha que lindo meus "aluninhos" fazendo teatro da história da Branca de Neve!!!
A professora "maluca da carroça" foi a bruxa malvada!!!
Alguns meninos foram os anões
(improvisamos com a toquinhas do Papai Noel!!!)
Branca de Neve saiu correndo pela floresta e encontrou uma casinha onde viviam os sete anões...
A Vitória foi a Branca de Neve - detalhe.... o vestido da Branca de Neve eu mesma fiz usando TNT!!!!!!

Branca de Neve comeu a maçã envenenada e caiu num sono profundo e morreu....
Mas depois de algum tempo passou por ali um Príncipe encantado e com o beijo do amor Branca de Neve acordou....
E viveram felizes para sempre!!!!
“É através duma história que se podem descobrir outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser, outra ética, outra ótica...É ficar sabendo História, Geografia, Filosofia, Política, Sociologia, sem precisar saber o nome disso tudo e muito menos achar que tem cara de aula...”
ABRAMOVICH

Branca de Neve - O espelho da bruxa

Branca de Neve e os Sete anões para o Maternal
Fizemos o espelho Mágico que da bruxa!
 A hora do Conto cria uma cumplicidade entre o educador e a criança, além de aumentar os laços afetivos e a confiança entre ambos.
O trabalho com historinhas torna a aula mais atrativa, dinâmica e próxima da realidade dos alunos e trabalhando com o lúdico, estimula-se a imaginação e a criatividade dos alunos, além de tornar a aprendizagem mais prazerosa e significativa. 


História: Branca de Neve - A maçã de Branca de Neve

A maçã que a bruxa deu Branca de Neve foi uma das atividades realizadas durante  o 
Projeto: Quem conta, reconta... Faz de conta!!!

As histórias possuem cheiros, cores e sabores por isso são uma fábrica de experiências e imaginação, sendo assim preparei aulas bem divertidas e prazerosas para que nossos alunos aprendam brincando, fantasiando e se divertindo.



terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Atividades com o Nome na Educação Infantil

Muitas sugestões para brincar e aprender a partir do nome da criança

O nome próprio é um modelo estável de escrita. O trabalho com nomes informa as crianças sobre as letras, a quantidade, a posição e a ordem delas; permite o contato com diferentes sílabas e diferentes tamanhos de palavras, além de favorecer a aquisição da base alfabética.

1. Escreva seu nome: Distribuir cartões ou providenciar crachás, pedindo que cada um escreva seu nome, como souber.

2. Memória de nomes: Cada aluno fala o seu nome e a professora escreve na lousa com letra bastão. Depois cada um vai à lousa e faz um traço com giz de cor em torno de seu nome.

3. Encontre seu nome: Distribua os cartões com os nomes ao acaso para os alunos. A um sinal cada um deverá encontrar o colega que está com seu nome.

Descubra o nome que falta: Escreva o nome de quatro alunos na lousa. Leia com eles apontando um a um. Peça que fechem os olhos e apague um dos nomes. Deverão dizer qual nome foi apagado.

5. Letras móveis: Distribua letras móveis e peça que montem e leiam seu nome e o de alguns colegas.

6. Cartaz com nomes dos alunos: Escreva o primeiro nome de cada aluno no cartaz aleatoriamente, registrando-os sem agrupá-los por ordem alfabética e nem por nomes de meninos e meninas. Cuidado com nomes compostos, como Ana Lúcia, deve-se colocar as duas palavras. O trabalho com o cartaz com nomes requer muitos dias, às vezes meses, pois é muito riquíssimo para desenvolver a leitura e a escrita das crianças.

7. A história de meu nome: Os alunos levarão para casa uma pesquisa, numa folha, para os pais contarem e escreverem o por quê da escolha do nome do filho. Na classe os alunos vão relatar para as outras crianças a história de seu nome.

8. Jogos: Como bingo, dominó, caça-nomes, cruzadinha, quebra-cabeça, forca e lacunado com os nomes dos alunos



Fonte: http://diariodaprofaglauce.blogspot.com/

Plano de Aula Identidade: A construção do nome na Educação Infantil

Plano de Aula - Identidade

Tema: A construção do nome na Educação Infantil

JUSTIFICATIVA:

  A construção da identidade se dá por meio das interações da criança com o seu meio social. A escola é um universo social diferente da família, favorecendo novas interações, ampliando desta maneira seus conhecimentos a respeito de si e dos outros. A auto-imagem também é construir a partir das relações estabelecidas nos grupos em que a criança convive. Um ambiente farto em interações, que acolha as particularidades de cada indivíduo, promova o reconhecimento das diversidades, aceitando-as e respeitando-as, ao mesmo tempo em que contribui a construção da unidade coletiva, favorece a estruturação da identidade, bem como de uma imagem positiva.
  Segundo o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil, a identidade “é um conceito do qual faz parte a idéia de distinção, de uma marca de diferença entre as pessoas a começar pelo nome. Segundo todas as características físicas, de modo de agir, de pensar e da história pessoal.
  Propiciar atividades que possibilitem aos alunos o conhecimento de si mesmo, levando-os a descobri-los, sentir que possuem um nome, uma identidade e que fazem parte de um conjunto de pessoas em casa, na escola, na comunidade e que acima de tudo são muito importante.
  Segundo Emília Ferreira o nome próprio pode ser considerado apenas como uma palavra a mais, mas também singular muito diferente das outras palavras em muitos aspectos.
  Por outro lado, a carga emocional vinculada com esta escrita, não pode ser comparada com a carga emocional de outras palavras mais neutras.
  O nome próprio escrito ou a assinatura é parte da pessoa, de sua identidade. Através da escrita do mesmo, o aluno descobre algumas das funções da escrita em geral, como a de identificar objetos, lugares, etc.                                                                                                                                                                                                                                                                          

PROBLEMATIZAÇÃO:

  Por que trabalhar com o nome da criança? Ele é apenas uma palavra?   Que relação tem a criança com seu nome?

 ALUNOS ATENDIDOS: Crianças de dois anos do Jardim II “A” do Centro de Educação Infantil Primeiros Passos.

PERÍODO: Matutino

DURAÇÃO: 15 dias no decorrer do mês de outubro de 2011.

OBJETIVO GERAL:
   Dar condições aos alunos para aprender o seu nome próprio, através de uma prática que visa contribuir para o desenvolvimento integral da criança no processo de ensino-aprendizagem, favorecendo os aspectos físicos mental, afetivo-emocional e sócio- cultural, buscando estar sempre condizendo com a realidade dos educandos.


  OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

§     Conhecer a história de seu nome e seu significado;
§     Compreender a história de seus colegas a partir de sua;
§     Conhecer e respeitar os diferentes costumes das famílias, grupos e povos;
§     Desenvolver habilidades sociais;
§     Identificar fontes históricas sobre sua vida;
§     Integrar dados pessoais relacionados a sua pessoa;
§     Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;
§     Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão;
§     Desenvolver e explorar a produção da arte através do desenho, música e brincadeiras;
§     Interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas diversas obras artísticas (regionais, nacionais ou internacionais) com as quais entrem em contato, ampliando seu conhecimento do mundo e da cultura;
§     Desenvolver á auto-estima;
§     Desenvolver o auto conceito positivo através da afetividade;
§     Explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento do mundo.
§     Incentivar a criança a se relacionar com outras pessoas, sentindo-se segura e construindo sua identidade e autonomia.
§     Apreciar o próprio nome e dos colegas;
§     Chamar os colegas pelo nome;
§     Construir uma relação afetiva com a escrita a partir do nome;
§     Distinguir o próprio nome entre os nomes dos colegas;
§     Desenvolver atividades lúdicas envolvendo os nomes dos colegas, através de músicas e jogos;
§     Identificar as vogais no contexto;
§     Identificar as letras que compõe o primeiro nome;
§     Nomear as letras do nome;
§     Identificar nomes iguais,
§     Escrever o nome utilizando crachá;
§     Compreender que as letras formam outras palavras além do próprio nome;
§     Realizar atividades lúdicas que explorem o traçado das letras;
§     Compreender a importância da leitura e da escrita.

Disciplinas Envolvidas
§     Linguagem Oral e Escrita
§     Matemática
§     Artes Visuais
§     Música e movimento.

DESENVOLVIMENTO:

Linguagem oral e linguagem escrita
  . Mostrar o crachá, ler o nome e entregá-lo à criança.
  . Apresentar de forma lúdica, as fichas com os nomes das crianças.
  . Fixar um cartaz na sala com nomes das crianças.

Natureza e sociedade
  . Questionário sobre a história do nome da criança.
  . Pesquisar o significado do nome.
  . Colocar as crianças diante de um espelho e estimular a observação de suas características. Incentivá-las a perceber e a identificar as semelhanças e as diferenças de cada um.
  . Explorar as preferências das crianças relacionadas aos alimentos, brinquedos, animais e brincadeiras.

  Matemática
  . Contagem dos alunos.
  . Apresentar os numerais de 1à 5. Associando-os às quantidades.

Música e movimento
  . Brincar de “Macaco disse”, para identificar as partes do corpo.
  . Brincar de “Vamos passear no bosque?”, trocar a palavra Lobo pelo nome da criança.
  . Cantar músicas para trabalhar os números (quantidade e idade).

Artes
  . Fazer o contorno do corpo da criança no papel Kraft, para que o grupo complete o desenho com as partes do corpo e o professor escreve os nomes dos alunos.
  . Fazer um autorretrato.
  . Fazer contorno da mão das crianças.
  . Pintar as mãos e os pés das crianças para “carimbá-los” na folha e escrever o nome de cada um.
  . Modelar: modelagem com massinha e utilizando tesoura.


METODOLOGIA:
1ª Oficina: “retratando a imagem”
.Roda de conversa: momento de apresentar o projeto para os alunos;
. Momento de deixar os alunos argumentar sobre o mesmo;
. Contagem dos alunos;
. Atividade: levar os alunos no estúdio fotográfico para tirar foto, a mesma é para confeccionar um boneco com o nome das crianças.
. Modelagem: modelar o nome de cada um com massinha.

 2ª Oficina: “Qual é seu nome”?
Roda de conversa para apresentar o projeto.
Conversar sobre a importância do nome.
Escrever o nome das mesmas no papel pardo.
Ler e circular a inicial do nome de cada um.
Atividade “Caixa de nomes”:
Preparar as fichas com o nome da professora, da monitora e das crianças da turma com foto.
Os nomes devem ser escritos em fichas brancas, coladas em papel colorido e padronizadas (tamanho, cor de caneta, foto e tipo de letra). Devem ter alinhamento à esquerda para que possibilite o trabalho com as noções de tamanho (nome) e quantidade (letras).
Colocar as fichas dentro de uma caixa surpresa.
Como trabalhar:
Crianças assentadas em roda;
Retire de dentro da caixa surpresa uma ficha com o nome de uma das  crianças;
Leia-o e peça às crianças que repitam;
Coloque a ficha no centro da roda, para que possa ser visualizado por todos. Depois cante a música “A canoa virou” com o nome sorteado;
A criança cuja ficha ( crachá)  está  no meio da roda deve pegá-la e afixá-la no cartaz de prega.
Repetir a música para cada nome.

Chamada diária:
Colocar todos os crachás com os nomes das crianças sobre a mesa do professor ou na rodinha.
Em seguida, faça a chamada do nome de cada criança.
O dono do nome deve pegar a ficha e mostrá-la aos colegas.
Todos devem falar alto o nome do colega e, depois, a criança entrega a mesma para o professor, que a colocará no cartaz de prega.
Atividade contorno da mão: montar um mural com as mãos das crianças e o nome de cada um.

3ª  Oficina: “Somos todos crianças”.
Conversa de conversa: conversar sobre o tema e deixar os alunos argumentar sobre o mesmo.
Apresentação das vogais utilizando a música “Vogais” (anexo 2):
Escrever o nome de cada criança na lousa;
Circular as vogais que têm no nome de cada um;
Momento de questionar sobre o mesmo;
Mostrar fotos de crianças negras, brancas, japonesas, louras e etc.;

Argumentar sobre a mistura de raças e cultura de cada um:
Você se parece com alguma das crianças da cena?
E seus colegas de turma?
    - Quais são as semelhanças? E as diferenças?
  . História “O menino e o espelho”:
   1º contar a história;
   2º questionar sobre a mesma e deixar os alunos argumentar suas opiniões e desejos;
   3º Momento de levar os alunos para se olhar no espelho:
   - nessa atividade é importante destacar que cada criança é única apesar de apresentar semelhanças com outras pessoas.

4º Atividade “Mural da Identidade”:
 Material
 .Papel craft (pardo)
 . Cola
 . Tesoura
 - Papéis coloridos
 - Canetinha ou lápis de cor.
Como fazer:
 . No papel pardo, recorte um bonequinho. Para ficar mais fácil, dobre o papel pardo como uma sanfona, risque o molde do bonequinho nele e recorte.
  .De papéis coloridos às crianças e peça-lhes para cortarem roupinhas para vestirem o bonequinho. O boneco deve ficar “parecido” com a criança.
  . Depois de cortar as roupinhas, passe cola no boneco e peça às crianças para colarem e desenharem cabelos, olhos, boca e nariz.
  . Momento de montar um mural com todos os bonecos, escrevendo o nome de cada criança abaixo daquele que ela fez.
       . Boliche dos nomes dos alunos.
   
4ª Oficina: “Cada pessoa tem um nome”.
_ Roda de conversa:
1º conversar sobre a oficina e a construção de uma boneca de pano;
 _ Hora da história:
 _ Momento de questionar sobre a mesma;
 _ Hora de deixar os alunos argumentar;
 _ Construção da boneca de pano:
Com as crianças sentadas em círculo, a professora vai contar uma história de recém nascido (inventada por ela mesma), que fala sobre os cuidados necessários de um bebê e todas as fases até a idade da turma. Em seguida vamos construir juntos, uma boneca para representar a todos e escolher um nome para ela. Após pronta a boneca cada criança levará para casa, uma de cada vez, juntamente com o questionário da pesquisa. Os pais devem ajudar as crianças nos cuidados com a boneca contando para elas a sua história e assim respondendo o questionário para a professora confeccionar um mural com os mesmos e as fotos que os pais vão tirar.
 _ Atividade escrita: Pintura de uma boneca utilizando lápis de pintar.
 _ Brincadeiras de roda que fala os nomes das crianças exemplo: o tatu, festa em Portugal, etc.

5ª OFICINA: O mundo encantado dos nomes.
. Roda de conversa sobre a oficina e o nome de cada um.
. Momento de deixar os alunos argumentar;
. Chamada diária: colocar todos os crachás com os nomes das crianças sobre a mesa ou na rodinha.
. Em seguida, fazer a chamada do nome de cada criança.
. O dono do nome deve pegar a ficha e mostrá-la aos colegas e colocar no cartaz de prega com ajuda do professor.
. Atividade árvore do conhecimento:
1º a professora vai confeccionar uma árvore e colocar fichas com os nomes dos alunos. Depois a mesma vai entregar uma ficha com a inicial do nome das crianças e elas vão até a árvore do conhecimento procurar a mesma letra que tem na mão, ou seja, a primeira letra do seu nome.
.Mural das mãos dos alunos.

6ª OFICINA: Brincando também aprende o nome
. Roda de conversa;
. Chamada diária;
. Lista dos nomes dos alunos e listas de palavras:
1º explorar com a classe a letra inicial do nome de cada um (na lousa da sala de aula).
2º listar outras palavras que também iniciam com as letras dos nomes das crianças.
. Atividade: pedir para cada criança recortar de revistas a letra inicial do seu nome e colar em um sulfite.
. Bingo dos nomes das crianças: cada criança receberá uma cartela com a escrita do seu nome.
O professor sorteará as letras dizendo o nome de cada uma delas para que as crianças identifiquem-nas. Cada letra sorteada deverá ser marcada na cartela caso haja no seu nome. Assim que a cartela for preenchida o aluno deve gritar bingo.

7ª OFICINA: alfabeto significativo e encantado
. Oração;
. Roda de conversa;
. Chamada diária;
. Paródia da música “O alfabeto da garotada”: (anexo 3):
1º passar a música no papel pardo;
2º cantar e argumentar sobre a mesma;
3º momento de deixar os alunos argumentar;
4º momento de montar o alfabeto com as fotos dos alunos.
5º brincadeiras de roda que envolva os nomes das crianças – ex: a canoa virou, a casa do tatu, etc.
6° Modelagem: modelar a inicial do nome com massinha.

Culminância
Convite aos pais, autoridades e demais séries para apreciar o desfile.
Desfile das crianças com a camiseta com sua foto e nome para representar o presente. E, com a roupa dos pais para representar o futuro.
Entrega da boneca confeccionada representando as crianças do Jardim II A.

Avaliação
No decorrer do projeto as crianças terão a oportunidade de participar de situações de pesquisas do tema trabalhado compartilhando todo o material produzido na sala de aula.
As avaliações serão realizadas ao longo de todo o processo.


Referências Bibliográficas
Cantando e Aprendendo. Kelly Claúdia Gonçalves. São Paulo: Rideel, 2008. (Coleção Cantando e Aprendendo).
Crescer Sabendo Ser: Maternal. Vânia Moraes Ramos, Maria José H. Ferreira. Belo Horizonte: FAPI, 2002.
Fofurinha: 3 e 4 anos: volume 1. Solange Valadares, Érika Valadares, 1.ed. Belo Horizonte: Editora FAPI, 2010.

Atividades com o Nome Próprio para Educação Infantil



Nome Próprio
As atividades permitem aos 
alunos as seguintes aprendizagens:

  • Diferenciar letras e desenhos;
  • Diferenciar letras e números;
  • Diferenciar letras, umas das outras;
  • A quantidade de letras usadas para escrever cada nome;
  • Função da escrita dos nomes: para marcar trabalhos, identificar materiais, registrar a presença na sala de aula (função de memória da escrita) etc;
  • Orientação da escrita: da esquerda para a direita;
  • Que se escreve para resolver alguns problemas práticos;
  • O nome das letras;
  • Um amplo repertório de letras (a diversidade e a quantidade de nomes numa mesma sala);
  • Habilidades grafo-motoras;
  • Uma fonte de consulta para escrever outras palavras.


O nome próprio tem uma característica: é fixo, sempre igual. Uma vez aprendido, mesmo o aluno com hipóteses não alfabéticas sobre a escrita não escreve seu próprio nome segundo suas suposições, mas, sim, respeitando as restrições do modelo apresentado.

Uma proposta significativa de alfabetização, aquela que visa formar leitores e escritores, e não mero decifradores do sistema, não pode pensar em atividades para nível 1, nível 2, nível 3...

  • É preciso considerar:
  • Os conhecimentos prévios dos alunos.
  • O grau de habilidade no uso do sistema alfabético.
  • As características concretas do grupo.
  • As diferenças individuais.
  • Seqüência de atividades 

1. Selecione situações em que se faz necessário escrever e ler nomes. Alguns exemplos:
Escrever o nome de colegas para identificar papéis, cadernos, desenhos (pedir que os alunos distribuam tentando ler os nomes).
Lista de chamada da classe.
Ler cartões com nomes para saber em que lugar cada um deve sentar; para saber, quem são os ajudantes do dia, etc.
2. Peça a leitura e interpretação de nomes escritos.
3. Prepare oralmente a escrita: discuta com as crianças, se necessário, qual o nome a ser escrito dependendo da situação. Se for para identificar material do aluno, use etiquetas; para lista de chamada use papel sulfite ou papel craft.
4. Seja bem claro nas recomendações: explicite o que deverá ser escrito, onde fazê-lo e como, que tipo de letra usar, etc 5. Peça a escrita dos nomes: com e sem modelo.

Ao final das atividades, o aluno deve:

  • Reconhecer as situações onde faz sentido utilizar nomes próprios: para etiquetar materiais, identificar pertences, registrar a presença em sala de aula (chamada), organizar listas de trabalho e brincadeiras, etc.
  • Identificar a escrita do próprio nome. · Escrever com e sem modelo o próprio nome.
  • Ampliar o repertório de conhecimento de letras.
  • Interpretar as escritas dos nomes dos colegas da turma.
  • Utilizar o conhecimento sobre o próprio nome e o alheio para resolver outros problemas de escrita, tais como: quantas letras usar, quais letras, ordem da letras etc e interpretação de escritas.


Cada tipo de atividade exige uma determinada organização:

  • Atividades de identificação das situações de uso dos nomes: trabalho com a sala toda.
  • Identificação do próprio nome: individual.
  • Identificação de outros nomes: sala toda ou pequenos grupos.
  • Identificação de situações onde se faz necessário escrever e ler nomes


Aproveite todas as situações para problematizar a necessidade de escrever nomes.


  • Situação 1- Recolhendo material: Questione os alunos como se pode fazer para que se saiba a quem pertence cada material. Ouça as sugestões. Distribua etiquetas para os alunos e peça que cada um escreva seu nome na sua presença. Chame atenção para as letras usadas, a direção da escrita, a quantidade de letras, etc. 
  • Situação 2 - Construindo um crachá: Questione os alunos como os professores podem fazer para saber o nome de todos os alunos nos primeiros dias de aula. Ajude-os a concluir sobre a função do uso de crachás. Distribua cartões com a escrita do nome de cada um que deverá ser copiado nos crachás. Priorize neste momento a escrita com a letra de imprensa maiúscula (mais fácil de reprodução pelo aluno). Solicite o uso do crachá diariamente. 
  • Situação 3 - Fazendo a chamada: Lance para a classe o problema: como podemos fazer para não esquecer quem falta na aula? 
  • Observações: todas essas situações e outras têm como objetivo que os alunos recorram à escrita dos nomes como solução para problemas práticos do cotidiano.


Identificação do próprio nome


  • Dê para cada aluno um cartão com o nome do aluno.
  • Apresente uma lista com todos os nomes da classe. Escreva todos os nomes com letra de imprensa maiúscula. Este tipo de letra é mais fácil para o aluno grafar e os limites de uma letra (quando a criança deve contar o número de letras) é mais observável.
  • Peça que localizem na lista da sala o próprio nome. O cartaz com essa lista pode ser grande e ser fixado em local visível.
  • Peça para cada um montar o próprio nome, usando letras móveis (que podem ser adquiridas ou confeccionadas). Inicialmente realize esta atividade a partir de um modelo (crachá com o nome) e depois sem modelo, usando o modelo para conferir a escrita produzida. Identificação de outros nomes da classe
  • Apresente uma lista com os nomes das crianças da classe. 


Cada aluno poderá receber uma lista impressa ou colocar na classe uma lista grande confeccionada em papel craft. Você poderá, também, usar as duas listas: as individuais e a coletiva.

Atividade 1- Ditado
Dite um nome da lista. Cada aluno deverá encontrá-lo na lista que tem em mãos e circulá-lo. Em seguida, peça a um aluno que escreva aquele nome na lousa. Peça aos alunos que confiram se circularam o nome certo.

O nome próprio na Educação Infantil


Nome Próprio
Trabalhando com nomes próprios
(Foto: risoletaeducacaoinfantil.blogspot.com)

É fundamental, para a construção da escrita do nome que a criança saiba que desenhar é diferente de escrever a partir desta diferenciação que a criança começa a se dar conta de que precisa algo mais do que um desenho para poder escrever o seu nome, e então começam a aparecer em seus trabalhos as tentativas da escrita, a qual pode estar representada por “risquinhos”, “bolinhas”, “cobrinhas”...

A primeira letra do nome próprio é sempre a mais reconhecida e escrita pelas crianças antes das demais. Muitas chegam  a estabelecer uma relação de identidade que, em geral, as faz chamá-la de minha letra. É sempre aquela que reconhecem mais depressa em diferentes textos, cartazes, otdoors e outros.

A visualização é um mecanismo que faz parte da construção da escrita. Por este motivo é importante que os nomes estejam fixados nas grades, nos materiais, nas lancheiras, nos crachás. Ao identificar seu nome e observá-lo escrito em diferentes locais e materiais, a criança, consequentemente, o memoriza. A partir de então inicia-se seu relacionamento com a escrita como representação de sua identidade, auxiliando-a a ver-se como um indivíduo que possui identificação. Por isso seu nome é tão importante. É um marco identificatório.
O modelo da escrita do nome em diferentes materiais informa à criança sobre quais são as letras e qual a quantidade necessária de letras para escrevê-lo, além de informar a posição e a ordem em que aparecem no seu nome.

É importante, nesse trabalho, a busca de semelhanças e diferenças, as posições das letras, os diferentes modos de escrita.
É interessante desafiar a criança nesta questão. Por exemplo: “Pus a primeira letra do nome de Camila. Onde ponho a segunda? Aqui ou aqui”? ( indicando à direita ou à esquerda da letra C ). Este tipo de desafio auxilia a criança na direcionalidade da escrita, deixando um pouco de lado as letras espelhadas tão comuns nas séries iniciais.

O sujeito é um construtor dos seus conhecimentos e nesse processo passa por etapas importantes que vão da visualização até o reconhecimento da escrita em diferentes lugares e formas.

O objetivo maior do trabalho com a escrita do nome é fazer com que a criança se reconheça como um sujeito importante que possui um nome que é só seu, além de propiciar a aprendizagem da escrita.

Fonte: Projetos pedagógicos dinâmicos

Alfabeto com rótulos para Educação Infantil

Alfabetização e Letramento

(Foto da Escola Vila Costa Monteiro - RJ)

A Sugestão é construir um Alfabeto baseado em rótulos que as crianças trazem de casa
Letramento é uma tradução para o português da palavra inglesa “literacy” que pode ser traduzida como a condição de ser letrado. Um indivíduo alfabetizado não é necessariamente um indivíduo letrado. Alfabetizado é aquele indivíduo que sabe ler e escrever; letrado é aquele que sabe ler e escrever, mas que responde adequadamente às demandas sociais da leitura e da escrita. Alfabetizar letrando, é ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, assim o educando deve ser alfabetizado e letrado. A linguagem é um fenômeno social, estruturada de forma ativa e grupal do ponto de vista cultural e social. A palavra letramento é utilizada no processo de inserção numa cultura letrada.

A Alfabetização deve se desenvolver em um contexto de letramento como início da aprendizagem da escrita, como desenvolvimento de habilidades de uso da leitura e da escrita nas práticas sociais que envolvem a língua escrita, e de atitudes de caráter prático em relação a esse aprendizado; entendendo que a alfabetização e letramento, devem ter tratamento metodológico diferente e com isso alcançar o sucesso no ensino aprendizagem da língua escrita, falada e contextualizada nas nossas escolas. Letramento é informar-se através da leitura, é buscar notícias e lazer nos jornais, é interagir selecionando o que desperta interesse, divertindo-se com as histórias em quadrinhos, seguir receita de bolo, a lista de compras de casa, fazer comunicação através do recado, do bilhete, do telegrama. Letramento é ler histórias com o livro nas mãos, é emocionar-se com as histórias lidas, e fazer, dos personagens, os melhores amigos. Letramento é descobrir a si mesmo pela leitura e pela escrita, é entender quem a gente é e descobrir quem podemos ser.


Amelia Hamze 

Brincadeira para Semana de Adaptação na Educação Infantil


Brincadeira para Volta às aulas

Orientações para o professor:

Para essa atividade, uma criança deve sair da sala. O restante da turma forma um círculo, e o professor escolhe uma criança que será a condutora dos gestos. Esse aluno cria gestos como palmas, bater de pés ou coxas, estalos de dedos. Os demais devem prestar atenção ao condutor, imitando cada gesto. A criança que saiu deve voltar ao centro do círculo e descobrir quem está conduzindo os gestos.

Produzir os sons utilizando como fonte sonora o corpo: estalar de dedos, beijar, bater de pés e mãos entre outros. As crianças repetem cada motivo, como um espelho. Depois disso, divide a classe em duplas e cada estudante faz um som que o outro deverá imitar. Quando já dominarem os sons e os gestos, acrescentar-se mais um. Acrescentar até quatro gestos e sons, para que desenvolvam sequência rítmica e motora.

Organização para Sala de Aula - Sacolas para Atividades


Todo final de semestre é aquele trabalho organizar as Atividades de seus alunos
para entrega na reunião com os pais!!! 
A sugestão da vez é preparar logo no início do ano as sacolas para recebem dia a dia as atividades dos seus alunos, só assim quando o semestre terminar já estará tudo muito organizado!


Sugestões de Atividades e jogos para incentivo a Alfabetização na Educação Infantil


50 idéias para Alfabetizar 
 Sugestões de Atividades e jogos para suas aulas.
Use a sua criatividade e promova jogos e atividades que ampliarão as possibilidades de LEITURA e ESCRITA das crianças.Jogos e atividades ALFABETIZAÇÃO 


Analise cada jogo abaixo e aplique aos alunos de forma a ajudarem a refletirem sobre a escrita e leitura.

Jogo dos 7 erros:

01 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, substitui uma letra por outra que não faça parte da palavra. A criança deve localizar essas 7 substituições.
02 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, inverte a ordem de 2 letras (ex: cachorro – cachorro). A criança deve achar esses 7 erros.
03 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, omite uma letra. O aluno deve localizar os 7 erros.
04 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, acrescenta 1 letra que não existe. A criança deve localizar quais são elas.
05 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e substitui 7 palavras por outras, que não façam parte do texto. O aluno deve achar quais são elas.
06 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e omite 7 palavras. O aluno deve descobrir quais são elas.
07 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e inverte a ordem de 7 palavras. O aluno deve localizar essas inversões.
08 - A profª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e acrescenta 7 palavras que não façam parte dele. A criança deve localizar quais são elas.

              Caça Palavras


              • 9- Caça palavras: a prof.ª monta o quadro e dá só uma pista: “Ache 5 nomes de animais” por exemplo.
              • 10- Caça palavras: a prof.ª monta o quadro e escreve, ao lado, as palavras que o aluno deve achar.
              • 11- Caça palavras no texto: a prof.ª dá um texto ao aluno e destaca palavras a serem encontradas por ele, dentro do texto.



              Jogo da Memória

              • 12- Jogo da memória: o par deve ser composto pela escrita da mesma palavra nas duas peças, sendo uma em letra bastão, e a outra, cursiva.
              • 13- Jogo da memória: o par deve ser idêntico e, em ambas as peças, deve haver a figura acompanhada do nome.
              • 14- Jogo da memória: o par deve ser composto por uma peça contendo a figura, e a outra, o seu nome.


              Cruzadinha

              • 15- Cruzadinha: A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz uma tabela com todas as palavras da cruzadinha em ordem aleatória. Assim, a criança consulta a tabela e “descobre” quais são os nomes pelo número de letras, letra inicial, final, etc.
              • 16- Cruzadinha: A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz um quadro com todos os desenhos e seus respectivos nomes, para que a criança só precise copiá-los, letra a letra.
              • 17- Cruzadinha: A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança escreva seus nomes.


              Bingo

              • 18- Bingo de letras: as cartelas devem conter letras variadas. Algumas podem conter só letras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos, misturadas.
              • 19- Bingo de palavras: as cartelas devem conter palavras variadas. Algumas podem conter só palavras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos.
              • 20- Bingo: a profª deve eleger uma palavra iniciada por cada letra do alfabeto e distribuí-las, aleatoriamente, entre as cartelas. (+/- 6 palavras por cartela). A profª sorteia a letra e o aluno assinala a palavra sorteada por ela.
              • 21- Bingo: as cartelas devem conter letras variadas. A profª dita palavras e a criança deve procurar, em sua cartela, a inicial da palavra ditada.


              22- Quebra cabeça de rótulos: a profª monta quebra cabeças de rótulos e logomarcas conhecidas e, na hora de montar, estimula a criança a pensar sobre a “ordem das letras”

              23- Dominó de palavras: em cada parte da peça deve estar uma palavra, com a respectiva ilustração.

              24- Ache o estranho: a prof.ª recorta, de revistas, rótulos, logomarcas, embalagens, etc. Agrupa-os por categoria, deixando sempre um “estranho” (ex: 3 alimentos e um produto de limpeza; 4 coisas geladas e 1 quente; 3 marcas começadas por “A” e uma por “J”; 4 marcas com 3 letras e 1 com 10, etc.) Cola cada grupo em uma folha, e pede ao aluno para achar o estranho.

              25- Procure seu irmão: os pares devem ser um rótulo ou logomarca conhecidos e, seu respectivo nome, em letra bastão.

              26- “Procure seu irmão”: os pares devem ser uma figura e sua respectiva inicial.

              27- Jogo do alfabeto: Utilize um alfabeto móvel (1 consoante para cada 3 vogais). Divida a classe em grupo e entregue um jogo de alfabeto para cada um.Vá dando as tarefas, uma a uma: - levantar a letra;- organizar em ordem alfabética;- o professor fala uma letra e os alunos falam uma palavra que inicie com ela;- formar frases com a palavra escolhida;- formar palavras com o alfabeto móvel;- contar as letras de cada palavra; - separar as palavras em sílabas; - montar histórias com as palavras formadas;- montar o nome dos colegas da sala;- montar os nomes dos componentes do grupo.

              28- Pares de Palavras
              Objetivo: utilizar palavras do dicionárioDestreza predominante: expressão oralDesenvolvimento: O professor escolhe algumas palavras e as escreve na lousa dentro de círculos (1 para cada palavra). Dividir a classe em duplas. Cada dupla, uma por vez, dirigir-se-á até a lousa e escolherá um par de palavras formando uma frase com elas. A classe analisará a frase e se acharem que é coerente a dupla ganha 1 ponto e as palavras são apagadas da lousa. O jogo termina quando todas as palavras forem apagadas. 

              29- Formando palavras
              Número de jogadores: 4 por grupo.Material: 50 cartões diferentes (frente e verso).Um kit de alfabeto móvel por grupo (com pelo menos oito cópias de cada letra do alfabeto)Desenvolvimento: Embaralhe os cartões e entregue dez deles para cada grupo;Marque o tempo – 20 minutos – para formarem a palavra com o alfabeto móvel no verso de cada desenho. Ganha o jogo o grupo que primeiro preencher todos os cartões.Variações:Classificar (formar conjuntos) de acordo:- com o desenho da frente dos cartões; - com o número de letras das palavras constantes dos cartões; - com o número de sílabas das palavras dos cartões; - com a letra inicial;Profª Lourdes Eustáquio Pinto Ribeiro(didatica@didatica.com.br - http://www.didatica.com.br) 

              30- Treino de rimas
              Várias cartas com figuras de objetos que rimam de três formas diferentes são colocadas diante das crianças. Por exemplo, pode haver três terminações: /ão/, /ta/, /ço/. Cada criança deve então retirar uma carta, dizer o nome da figura e colocá-la numa pilha com outras figuras que tenham a mesma rima. O teste serve para mostrar as palavras que terminam com o mesmo som. Ao separá-las de acordo com o seu final, juntam-se as figuras em três pilhas com palavras de terminações diferentes. 

              31- Treino de aliterações
              Em uma folha com figuras, a criança deve colorir as que comecem com a mesma sílaba de um desenho-modelo (por exemplo, desenho-modelo: casa; desenhos com a mesma sílaba inicial: caminhão, cama, caracol; desenhos com sílabas iniciais diferentes: xícara, galinha, tartaruga). A mesma atividade pode ser depois repetida enfatizando-se a sílaba final das palavras (por exemplo, desenho-modelo: coração; desenhos com o mesmo final: televisão, leão, balão, mão; desenhos com finais diferentes: dado, uva, fogo). 

              32- Treino de consciência de palavras
              Frases com palavras esquisitas, que não existem de verdade, são ditadas para a criança, que deve corrigir a frase. Substitui-se a pseudopalavra por uma palavra correta. Por exemplo, troca-se "Eu tenho cinco fitos em cada mão" por "Eu tenho cinco dedos em cada mão". Nesse jogo, palavras irreais são trocadas por palavras que existem de verdade, deixando a frase com sentido. Mostra-se que, ao criar frases com palavras que não existem, essas não têm significado. 

              33- Quantas sílabas tem...
              A professora fala uma palavra e o aluno “bate palma(s)” de acordo com o número de silabas.

              34- Adivinha qual palavra é: A professora fala uma palavra (BATATA) e os alunos repetem omitindo a sílaba inicial (TATA) ou a final (BATA)

              35- Lá vai a barquinha carregadinha de ...
              A professora fala uma LETRA (ou sílaba) e as crianças escolhem as palavras. Ex.: frutas iniciadas com M - maçã, morango, melão, etc...

              36- Adivinhando a palavra
              O professor fala uma palavra omitindo a silaba final e os alunos devem adivinhar a palavra. (ou a inicial)

              37- Quantas sílabas? A professora fala uma palavra e a criança risca no papel de acordo com o número de sílabas (ou faz bolinhas)

              38- Descoberta de palavras com o mesmo sentido
              Ajude o aluno a perceber que o mesmo significado pode ser representado por mais de uma palavra. Isso é fácil de constatar pela comparação de frases como as que se seguem:• O médico trata dos doentes • O doutor trata dos doentesForneça, em frases, exemplos do emprego de sinônimos de uso comum como:• Bonita, bela; • Malvado, mau; • Rapaz; moço • Bebê; neném; • Saboroso; gostoso

              39- Descoberta de palavras com mais de um significado
              Com essa atividade, os alunos perceberão que palavras iguais podem ter significados diferentes. Ajude-os a formar frases com as palavras: manga, botão, canela, chato; corredor; pena, peça; etc

              40- Respondendo a perguntas engraçadas
              Faça-as pensar sobre a existência de homônimos através de brincadeiras ou adivinhações:• a asa do bule tem penas? • O pé da mesa usa meia? • A casa do botão tem telhado?

              41- Escrita com música
              1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos; 2) distribuir, entre as equipes, uma folha de papel; 3) apresentar às equipes uma música previamente selecionada pelo professor; 4) pedir que o aluno 1 de cada uma das equipes registre, na folha, ao sinal dado pelo professor, suas idéias, sentimentos, emoções apreendidas ao ouvir a música; 5) solicitar-lhe que, findo o seu tempo, passe a folha ao aluno 2, que deverá continuar a tarefa. E assim sucessivamente, até retornar ao aluno 1, que deverá ler o produto final de todo o trabalho para toda a classe.Observação: a folha de papel deverá circular no sentido horário.

              42- Conversa por escrito: 

              1) dividir a classe em duplas; 2) entregar a cada uma das duplas uma folha de papel; 3) pedir às duplas que iniciem uma conversa entre seus elementos (ou pares), mas por escrito.Observações: 1) a dupla poderá conversar sobre o que quiser, mas deverá registrar a conversa na folha recebida; 2) a dupla não precisará ler sua conversa à classe; apenas o fará, se estiver disposta a tanto.Objetivo específico dessa atividade: ensejar a reflexão sobre as diferenças entre a linguagem oral e a escrita.

              43- Interpretando por escrito
              1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos cada uma; 2) numerá-los de 1 a 4; 3) distribuir, entre as mesmas, pequenas gravuras (se possível de pinturas abstratas); 4) solicitar que cada uma das equipes registre, por escrito, o que entendeu sobre os quadros propostos; 5) ler as interpretações obtidas.

              44- Brincando com as cores:
              1) dividir a classe em equipes de 4 elementos; 2) numerar os participantes de cada uma; 3) distribuir, entre elas, as cores: atribuir uma cor (vermelho, verde, amarelo, azul, etc.) a cada uma das equipes ou grupos; 4) pedir que cada um dos elementos de cada uma das equipes registre, numa folha de papel que circulará entre os participantes, suas impressões a respeito da cor recebida; 5) solicitar das equipes a leitura das impressões registradas.Observações: a mesma atividade poderá ser realizada, mas sem a entrega de cores às equipes. Neste caso, cada um dos grupos deverá produzir um pequeno texto sobre uma cor, sem nomeá-la, mas procurando “dar pistas” a respeito da mesma, a fim de que os colegas possam descobri-la. Algumas equipes poderão ler seus textos e, se a cor não for descoberta, o professor poderá organizar uma discussão sobre esse fato, apontando, alguns fatores que talvez tenham dificultado a não identificação. Outra atividade com cores poderá ser a dramatização por meio de gestos, ou mímica, de uma cor escolhida pela(s) equipe(s).

              45- Compondo um belo texto-poema
              1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) indicar a cada uma três substantivos - chave do poema: mar, onda, coqueiro; 3) marcar, no relógio, 10 (dez) minutos para a composição dos poemas; 5) expor, no mural de classe, os textos produzidos pelas equipes.

              46- Cinema imaginário
              1) dividir a sala em equipes ou grupos; 2) apresentar às equipes três ou quatro trechos (curtos) de trilhas sonoras de filmes; 3) solicitar que os alunos imaginem cenas cinematográficas referente às trilhas ouvidas; 4) interrogar os alunos sobre o que há de semelhante e o que há de diferente nas cenas imaginadas por eles.“A partir das respostas a essas perguntas, o professor discutirá, com os alunos, o papel do conhecimento prévio e o das experiências pessoais e culturais que compartilhamos, para que possamos compreender textos (verbais, não-verbais, musicados, ...)

              47- Criação de um país imaginário
              1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) pedir-lhes que produzam um texto, com ou sem ilustração, descrevendo um país imaginário, de criação da equipe; 3) solicitar que cada uma dessas leia para as demais o texto produzido por ela; 4) afixar, no mural da sala, os textos produzidos pelas equipes.

              48- “ Se eu fosse ...”

              1) dividir a classe em equipes ou grupos; 2) pedir que cada uma complete as lacunas ou pontilhado com o nome de um objeto, animal, planta, personagem ou personalidade humana que gostaria de ser; 3) solicitar que escrevam e/ou desenhem a respeito do que gostariam de ser; 4) pedir que exponham suas produções aos colegas; 5) sugerir que as coloquem no mural ou varal de classe.

              49- Jogo do segredo (telefone sem fio)
              Dizer uma pequena frase a uma criança e ela diz essa frase ao ouvido da criança que está ao seu lado e assim sucessivamente até percorrer as crianças todas. A ultima diz a frase em voz alta para vermos se coincidiu com a frase inicial.

              50- Jogo de formação de frases:
              Montagem: faça várias cartelas em cores diferenciadas, contendo: os substantivos, ações, conectivos e pontuação, separadamente. (ex: substantivos em rosa, conectivos em azul, etc.).

              Como jogar: a professora entrega a uma dupla de alunos cartelas contendo palavras, vogais e pontuação embaralhadas. Em seguida, pede a ela que forme as frases corretamente. Em outro momento, pergunta-lhe se é possível trocar elementos frasais com as demais duplas. Assim, os alunos treinam, de maneira lúdica, a comparação entre frases e entre elementos que estruturam uma frase, sem preocupar-se com nomenclatura. Em momento algum, a professora comenta a divisão de cores dos elementos. Ela deixa o aluno descobrir as diferenciações, instigando-o a reparar as diferenças. Outra forma de brincar é fazer com que uma criança monte a frase e a outra a leia em voz alta.

              Fonte: http://aprendendocomtiacelia.blogspot.com.br



              Brincadeira para a volta às Aulas


              Jogo do Gato e do Rato


              Faça com seus alunos um jogo que vai chamar a atenção

              Objetivos:

              ★Promover a interação social e afetiva entre as crianças;
              ★ Desenvolver a motricidade, a atenção, a percepção e o foco.


              Para se divertir não basta ter um caro brinquedo, mas muita vontade de brincar e imaginação. Infelizmente, com um estímulo cada vez maior para o consumo, desde as primeiras fases da vida, muitas crianças perderam a capacidade de se divertirem quando não estão com seus caros presentes. E um papel da escola é fazer com que os pequenos tenham autonomia, e isso começa com a construção de seus próprios jogos e brincadeiras.


              Materiais:

              ★ Caixa de papelão
              ★ Color set
              ★ Tampinhas de garrafa
              ★ Prego
              ★ E.V.A.
              ★ Cola
              ★ Barbante
              ★ Galão de água vazio

              Objetivo do jogo: Ser o último rato a permanecer no queijo sem ser capturado.

              Modo de jogar: Posicione o queijo (papelão) no centro de uma mesa; coloque cada ratinho dentro do queijo, porém, com o rabo (barbante) esticado para fora do mesmo. Cada participante segurará na ponta do rabo do rato. O gato, que será um outro participante, jogará o dado, se cair a imagem do gato (galão de água), ele terá de agir para abocanhar todos os ratos de uma só vez, abaixando o galão sobre o queijo, mantendo-os presos dentro do galão; se cair o dado com nenhuma imagem, o gato não realiza nenhuma ação e os ratos permanecem parados.

              Regras: O rato que for capturado sai do jogo.

              Fonte: Revista Guia Prático na Educação Infantil

              segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

              Atividades com o Nome Próprio na Educação Infantil



              Meu nome é...


              Atividades para trabalhar a leitura e a escrita de nomes próprios no início da alfabetização infantil

              Por Priscila de Giovani


              Realizar atividades com nomes próprios no início da alfabetização é uma boa estratégia para que as crianças comecem a refletir e conhecer sobre o funcionamento do sistema alfabético. Segundo Ferreiro e Teberosky, no livro Psicogênese da Língua Escrita, o nome próprio torna-se a primeira escrita estável dotada de significação à criança, devido à identidade promovida ao aluno com o uso do seu nome e sua relevância cultural, pois faz parte da sociedade e marca seu território, sendo fonte de satisfação. Ao elaborar boas atividades de leitura e escrita do próprio nome e dos amigos, na fase inicial da alfabetização, a criança é levada a refletir sobre diferentes aspectos do sistema alfabético, como por exemplo:

              ★ As diferenças entre as letras dos outros sinais gráficos;
              ★ A orientação esquerda-direita da escrita;
              ★ A estabilidade dos nomes em relação à quantidade de letras;
              ★ A escrita como significado cultural, já que identifica indivíduos e objetos;
              ★ A ampliação do repertório de letras;
              ★ A possibilidadede de perceber que nomes diferentes se escrevem formas distintas;
              ★ A variedade e posição das letras para se escrever um nome.


              Cartaz com os nomes 
              O nome próprio deve ser fonte de consulta para o aprendizado das letras e recurso para a escrita de outros nomes. Uma boa prática para a sala de aula é a seguinte: escreva os nomes dos alunos em ordem alfabética e em letra maiúscula, em um cartaz, para que os alunos possam identificar o próprio nome e o dos colegas, fazendo uso constante para a construção da escrita de novas palavras. Nesse cartaz devem apenas estar escritos os nomes dos alunos e não conter fotos, para promover reflexão constante.


              No primeiro mês de aula 
              Além da construção do cartaz com os nomes, proponha uma sequência de atividades com nomes próprios, como:
              ★ Realizar atividades de escrita do nome nos pertences das crianças e nos trabalhos propostos no dia;
              ★ Realizar escrita do nome no crachá;
              ★ Promover chamada todos os dias, pedindo para que os alunos encontrem os nomes de quem não compareceu à aula, no cartaz de nomes;
              ★ Pedir que encontrem o ajudante do dia no cartaz de nomes dos alunos.

              O nome próprio torna-se a primeira escrita estável dotada de significação à criança, devido à identidade promovida ao aluno com o uso do seu nome, e à sua relevância cultural, pois faz parte da sociedade e marca seu território, sendo fonte de satisfação.

              Fonte: Revista Guia Prático de Educação Infantil

              domingo, 10 de fevereiro de 2013

              Decoração para sala de aula - Safári - Moldes

              Olá!!!!
              Atendo a solicitação de algumas colegas aqui estão
               os moldes dos animais
              para decoração de sala de aula com o tema Safári!! Aproveitem!!!